quinta-feira, 24 de abril de 2008

Nuvem (negra) passageira.

De segunda-feira passada (14/04) à noite até ontem a tarde estava me sentindo a mosca depressiva do coco do cavalo do bandido.


Frustração, mágoa, tristeza, indignação, diz-que-me-diz, solidão, enxaqueca, dívidas e dúvidas.
Fui engolida pelos meus problemas, sofrimentos e pensamentos negativos.
Não estava com força nem coragem de tomar uma atitude para modificar toda essa situação.
Pior, ignorei todo meu discurso “filosófico” e apertei o botão do “f...-se”.
Não procurei ajuda, não falei com ninguém e nem li nada!
Não desagüei em lágrimas, nem cai em risadas desesperadas.
Não agradeci direito e não fui útil a alguém.
Guardei tudinho no meu umbigo egocêntrico gazudo.
Pior ainda, atrapalhei a vida de pessoas que não tem nada a ver com tudo isso, com um mal comportamento.
“Não quero lembrar que eu erro também”, pois é xará, eu sei, mas eu tenho que lembrar que erro sim, que minto sim, que sou fraca, etc, porém devo lembrar também que dentro de mim existe o antídoto para tudo isso!

O mal-estar generalizado passou... ufa!