domingo, 10 de agosto de 2008

Últimos acontecimentos

Encerrei o último post tão convicta do que eu queria fazer dali pra frente que já no dia seguinte passei por uma sucessão de aprimoramentos.

Na sexta-feira, 25 de julho tive o dia mais “sofrido” dos últimos tempos... logo cedo enquanto eu me vestia para ir trabalhar a caixinha do meu Ohikari caiu do “nada”, com o impacto a caixinha abriu e vi meu Sagrado Ponto Focal no chão. Em 27 meses foi o primeiro acidente, não sabia como agir. Na dúvida, coloquei-o no peito e sai de São Vicente para Santos refletindo sobre qual postura minha não estava de acordo, sobre o motivo daquele acontecimento e tal. Passei o dia avoada, não conseguia me concentrar direito no trabalho. Tentei ligar algumas vezes para o Johrei Center. Daí uma dúvida cruel, em qual unidade eu deveria reconsagrá-lo? Havia solicitado transferência para a Vila Rosália e até vinha dedicando lá, mas continuava com dedicação no Campo Belo... Enfim eu não estava nem bem cá nem bem lá. No final do dia, bem na hora de ir embora surgiu um imprevisto no trabalho e tive que ficar para resolver um problema urgente. Sai de Santos tarde, mas antes de pegar a estrada recebi o retorno da ligação do Johrei Center, era o da Vila Rosália. A orientação foi clara: “Você já pertence a essa unidade, venha na próxima terça-feira para tentar reconsagrar seu Ohikari, mas de qualquer forma venha amanhã para o Culto da 2ª Fase da Construção do Paraíso Terrestre...”. A viagem de volta pra casa foi um caos, o motorista estava sendo muito imprudente, eu não podia ministrar Johrei nele, mas fui rezando e fazendo prática do Sonen até São Paulo. Depois atravessei a cidade, na reta final da “viagem” não quis esperar o ônibus que costumo pegar, fui em outro... Desci no ponto mais próximo de casa e dei de cara com três marmanjos vindo em minha direção, em voz alta pedi proteção a Meishu-Sama e tive minha integridade física preservada! Depois veio uma sensação de pânico nunca sentida e uma “dor de cabeça”, mas tudo bem.

No sábado eu tive mais um motivo para ir ao Johrei Center Vila Rosália: agradecer de todas as formas as ocorrências. Assisti o culto e depois, para minha surpresa, tive meu Ohikari reconsagrado. O sensei disse apenas: “Boa Missão!”. Pensei que ouviria algum sermão ou pelo menos um puxão de orelha, mas não, acho que ele deixou para minha consciência se encarregar disso. Engraçado né? minha primeira “providência oficial” no novo endereço foi a reconsagração do meu Ohikari... Sai de lá tão leve, com uma sensação de felicidade tão grande que parecia que eu flutuava. Com os pés de volta ao chão, decidi colocar minha vida em ordem em todos os aspectos...

No domingo participei do último evento como uma das representantes do Campo Belo, estive no Centro de Aprimoramento Vila Mariana com jovens da área sul de São Paulo para a Grande Marcha de Johrei 2008. Muitas experiências e ensinamentos!!! Depois do encontro sai à francesa com os olhos cheios de água, não calculei que seria tão difícil me “desligar” do pessoal de lá...

Na semana seguinte passei por um turbilhão de acontecimentos indesejáveis, mas totalmente necessários. Problemas e mais problemas.

Encerrei julho consciente da iminência de um novo ciclo.

Passei a maior parte do tempo do 1º final de semana de agosto entre amigos de longa data. No domingo fui para Atibaia, mais de um ano que eu não ia ao DL. Senti-me como uma estranha no ninho, mas foi bom ter ido lá, valeu a pena reencontrar meia dúzia de velhas águias conhecidas. Valeu a pena até encontrar um casal que eu não desejava reencontrar nesta encarnação. Valeu a pena fazer meus 05 pedidos e cantar “Emoções” e acho que só. Passou de vez a euforia do 1... 2... 3... 4...

Na terça a noite estive no Johrei Center Gonzaga onde participei do culto vesperal com johrei coletivo ministrado pelo ministro Hirai (Made in Japan). Entrou bastante luz, viu? Purificação instantânea. Na manhã seguinte a purificação se intensificou... Subi a serra no meio da semana por causa de um outro problema...

Na quinta tomei uma difícil decisão, fiz uma escolha e conseqüentemente uma renuncia.
Pedi ajuda Dele e acho que percebi um sinal... não foi um ato impulsivo, mas também nem de caso muito pensado, mas com os recursos disponíveis acredito que fiz o melhor que pude.
Talvez a ida ao DL tenha feito eu lembrar do antídoto que criei para minha ferida mortal há quatro anos: Renata seja segura sempre! Mesmo com todos os problemas que estou enfrentando desapegarei com muita gratidão da vaquinha caiçara. Em breve encerrarei um ciclo de grandes aprimoramentos...

Ontem na parte da manhã cumpri meu primeiro plantão oficial na Vila Rosália. Lá tive permissão de dedicar e de ver meu sonen do post anterior em prática: recebi a visita de uma pessoa muito especial que chegou com as próprias pernas seguindo apenas minhas pegadas deixadas no trajeto casa – Johrei Center. Felicidade pouca é bobagem, e isso é só o começo, tenho certeza! À noite voltei no JC e assisti o Culto Mensal de Gratidão e dediquei mais um pouco... meu irmão que é vizinho do JC me pegou lá, fomos para o apartamento da minha irmã e cunhado. Fizemos a primeira reunião com a família completa lá. Os problemas, os conflitos, as doenças e tudo de “mal” que vem acontecendo em nossas vidas não subiram ao 6º andar, ficaram bem longe dali! Boa comida (como crianças “brincamos” de fondue e pizza), boa bebida (e viva o deus Baco!), um monte de baba na pequena Bia que começou a andar, boa música (flash backs 70 e 80) e as melhores recordações na tela da TV com boas risadas, afinal o Gordo levou um DVD com a gravação de nosso carnaval de 1989 em Peruíbe (saudades da Maria Assombração)... Para não dizer que tudo foram flores, até aconteceu um “acidente pirotécnico” com meu pai, mas o clima harmonioso e lúdico não desapareceu...

Hoje passei o dia no ninho, perto do meu pai acidentado no dia dele e com o resto da família, num volume mais baixo que ontem, mas em paz!

Este fim de semana foi como uma pausa no filme, amanhã a fita continua, o final é imprevisível, mas quer saber? O clímax já passou... certamente o pior também, ou não! Mas tudo bem! Não sou mocinha nem bandida, mas estou em “paz com a vida e o que ela me traz, na fé que me faz otimista demais...”.

O que virá depois do dia de amanhã? Sinceramente não sei, mas tenho uma Lanterna boa e pessoas maravilhosas para me apoiar e para receber meu apoio. Verdadeiramente.